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Brasileiros levam prêmio por óculos que complementam bengala guia

Jovens brasileiros criaram óculos que identificam obstáculos acima da linha da cintura, área que não é alcançada pelas bengalas.

O PAW, Projeto Annuit Walk, foi um dos vencedores do prêmio The World Summit Youth Award, competição global entre desenvolvedores e empreendedores com menos de 30 anos que criam projetos com base nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio da ONU (Organizações das Nações Unidas).

Criado por uma equipe de jovens de Pernambuco coordenad pelo cientista da computação Marcos Penha, o protótipo custou cerca de R$ 45 e agora busca investidores para ser desenvolvido em larga escala.

“Nosso projeto não é ligado a uma universidade. Foi algo independente e bem colaborativo. Já estamos com o sexto protótipo pronto”, afirmou Penha à Agência Brasil.

Inicialmente, o grupo pensou em criar um dispostivo que substituísse a bengala, mas, quando foram a campo, perceberam que não daria certo. “Os cegos não queriam deixar a bengala. É o senso tátil deles, tem um peso psicológico muito grande”, contou Emily Shuler, que participa da equipe de desenvolvimento.

O projeto foi, então, adaptado às necessidades do público-alvo. E como os óculos funcionam? Com raios ultrassônicos, eles localizam objetos num ângulo de 120° e emitem um sinal. O sinal é sentido por meio de vibrações de uma pulseira ou colar, e, a partir da intensidade da vibração, a pessoa pode escolher o melhor caminho a seguir.

Mais detalhes do projeto no site annuitwalk.com.

Fonte: QSocial

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